domingo, 10 de maio de 2009

Esquerda socialista - uma nova corrente dentro do PS


Ontem, numa reunião ocorrida em Lisboa, os militantes socialistas presentes deliberaram por unanimidade , conforme é permitido pelos estatutos do PS, constituir uma nova Corrente de Opinião dentro do partido, cuja designação será a de “Esquerda Socialista”.

Esta nova corrente tem a sua identidade política expressa na moção “Mudar para Mudar – mudar o PS para mudar Portugal” que foi apresentada no mais recente Congresso do Partido Socialista. Com base nessa moção, da respectiva lista que concorreu às eleições para os órgãos nacionais do partido, foram eleitos 27 membros para a Comissão Nacional. Do mesmo modo, 7 dos seus membros integram também a Comissão Política Nacional, para a qual foram eleitos pela Comissão Nacional do PS, a partir de uma lista única apresentada ao sufrágio deste órgão, em cuja constituição se respeitou a proporção entre os lugares obtidos pelas duas listas na Comissão Nacional.

Esta nova corrente, pelo facto de estar radicada na referida Moção, pode dizer-se que teve a sua origem numa iniciativa do Clube Político “Margem Esquerda”. Por isso, muitos membros desse clube integram também a “Esquerda Socialista”, a qual naturalmente vai muito para além deles. Reciprocamente, nem todos os membros desse clube fazem parte da nova corrente. Deste modo, da criação da nova corrente não resulta, naturalmente, o desaparecimento do
mencionado Clube Político, o qual continua a existir, cabendo, obviamente, aos seus membros as decisões quanto às suas actividades, embora seja perfeitamente possível que as duas entidades coexistam e cooperem.

2 comentários:

miss red disse...

mês a mês o (M)ES melhora... hihi

Anónimo disse...

sonho em viver num país mais livre. Onde o discurso fosse respeitado, apenas por ser um discurso, igual ou diferente a tantos outros. Um país onde fosse possível gostar ou não gostar sem represálias de qualquer ordem. Onde o interesse do todo estivesse acima do interesse pessoal da reformas daqueles que já têm um emprego. Um partido que se renovasse e que numa lufada de ar fresco de deixa-se nascer e crescer o jovem. Um partido em que o menos jovem não quisesse perpetuar a sua existência em cargos públicos. Senhores, seriam rosas se o assim quisessem. Oh, como eu era militante feliz!